You are currently browsing the category archive for the 'música' category.
saiu o primeiro clipe do she & him, de uma das músicas mais legais do disco. é totalmente mongol. m. ward de fantasminha camarada (ooon) e zooey de retardada com roupinhas de vó. adorei, claro.

lembro que há uns 10 anos (ó vida), tive que ouvir coleguinhas de faculdade rindo do livro que eu tava lendo: “alta fidelidade”. com esse título, eles acharam que era um guia auto-ajuda ensinando como não trair seu namorado. te juro.
10 anos depois, tô eu borocoxô ouvindo música pop e me lembro do enigma levantado por rob fleming (e não gordon), até hoje não solucionado. “o que veio primeiro, a música ou a tristeza? eu sou triste porque ouço música ou ouço música porque estou triste?”. adoraria uma resposta, mas suspeito que, a essa altura da vida, isso não faria nenhuma diferença.
por mais que eu tenha ficado puta porque o filme mudou o nome do personagem e o tirou de londres (sacrilégio), eu adorei quando assisti. preciso rever, só vi uma vez no cinema. e isso tudo me leva ao motivo desse post: esse texto foda e apaixonado sobre o filme, me lembrando como a história é legal, lotada de referências e hipertextos numa época pré-google. me lembrou também o que daniel bandeira e eu conversamos na época, sobre como o livro é uma espécie de guia ilustrado sobre homens - mente masculina for dummies - e, por isso mesmo, deve ser lido por todas as mulheres.
ps: o texto é longo e contém spoilers, mas é muito bom e me deu invejinha, porque não consigo escrever assim sobre nada.
pps: o tiago que me mostrou. :)
ppps: a musiquinha foda aí de baixo tá na ótima trilha do filme, lembra?
if there’s something inside that you wanna say, say it out loud and it’ll be okay.
e a propósito, essa é uma das melhores músicas do mundo.

lamúrias, dor de cotovelo, promessas, despedidas, saudade & amor sem fim. fiz uma outra muxtape, especial de dia dos namorados. foi muito difícil escolher só 12 músicas, muito mesmo, então espero que apreciem meu esforço. e ternurinha pra todo mundo. :)
update: foi mais forte que eu. não consegui deixar outras tã lindas canções de fora. elas insistiram. e mesmo que jamais ninguém escute, eu sei, terá valido a pena: criei outra muxtape de amorrrrr.
saiu meu disco.
em outras palavras, o melhor joguinho ever, que eu vi lá em cris:
1) acesse http://en.wikipedia.org/wiki/Special:Random - o título da primeira página aleatória que aparecer será o nome da sua banda.
2) vá pra http://www.quotationspage.com/random.php3 - as últimas quatro palavras da última frase da página formarão o título do seu disco.
3) acesse http://www.flickr.com/explore/interesting/7days/ - a terceira foto, não importa qual seja, será a capa do seu disco.
número um da billboard:

muito bom. façam as suas.
tô hippie. e por hippie entenda estar ouvindo no repeat duas músicas. isso é o máximo de riponguice que você vai arrancar de mim (tá, e a fase cítara dos beatles).
deve ser porque revi fear and loathing in las vegas esse fim de semana. não entendo como tanta gente acha esse filme um saco. será que precisa já ter tido um brief encounter com algum tipo de droga pra achar ele simplesmente djenial? pra mim, se você já é experienced ele é divertidíssimo. se você não é, é uma ótima maneira de conhecer uma viagem de droga sem precisar tomar/beber/cheirar/injetar nada. e se você acha o filme sem sentido, creia: pointlessness is the point.
por sinal hoje morreu albert hofmann, o inventor do lsd. aos 102 anos. eu disse 102 anos, ouviram?
voltando, as duas músicas fazem parte da trilha, mas eu nem lembrava disso porque já adorava as duas faz tempo.
white rabbit, do jefferson airplane. a música que termina com um crescendo (jesus, a cena da laranja no filme), apologia às drogas em entrelinhas muito pouco discretas, passível de repeat ad eternum. não diga que não avisei.
buffalo springfield, expecting to fly. triste, triste, triste. para dias e corações chuvosos.
*
ps: vocês viram que apareceu uma sex tape de jimi hendrix? sendo ele ou não, não assistirei.
desconfio que em poucos dias vou estar enjoada, mas nesse vinteseisdemarço essa é a música mais legal do universo (e com o melhor título):
oiçam a versão mixada pelos brasileiros the twelves, que é melhor ainda.

(vi no tiago dória)
sai amanhã oficialmente, como se isso fizesse diferença, o disco da banda she & him, que é na verdade zooey deschanel e m. ward cantando juntos. zooey é daquelas atrizes fofas, tão fofa que não parece atriz, parece uma menina legal que você pode conhece no bar amanhã. e ela tem uma voz linda.

e m. ward… m. ward saiu de portland, oregon direto pro meu corazón. :~~
voz rouca, letras tristes, guitarrinha, let my love open the door to your heart. ele é foda foda foda e é a coisa que eu mais escuto faz uns anos. merecia o sucesso que tá começando a fazer.
eles se juntaram pra trilha de the go-getter (cujo cartaz, alguém notou?, parece muito com o de into the wild) e agora lançaram esse disco cheio de canções de amor com cheiro de naftalina, viciante desde a primeira vez que se ouve. pena que ele canta tão pouco no disco.
ps: no myspace tem todinho pra ouvir.
lembra das músicas de rap em gráficos? virou moda. lançaram um álbum no flickr (meio incompreensível, às vezes) e uns gênios adaptaram com músicas brasileiras.


… turn on the bright lights.
interpol hoje, vamo? :)
post-bonito de dia dos valentinos, mas não necessariamente, porque o dia já acabou. quatro cinco duetos homem & mulher.
nick cave & pj harvey: henry lee
os 3 minutos e 52 segundos mais sexies que eu já vi.
isobell campbell & mark lanegan: revolver
ignorem o clipe.
frank & nancy sinatra: something stupid
clipe tosco, música tipo top 3 da minha vida.
bryan adams & mel c: when you’re gone
seja bonzinho e admita, essa música é muito fofa.
update
blur & françoise hardy - to the end
uma das minhas músicas preferidas do blur, com participação de françoise hardy, em francês. acabei de conhecer (aqui), e arrepiou.
frances bean cobain e a certeza de que estamos ficando velhos.

melhor coisa que passa na sony: o clipe da miranda! nos intervalos.
i couldn’t help but wondering.
revivals aparecem tipo uns 20 anos depois? trip hop é do meio dos 90s, já se vão mais de 10 anos e tô achando que os ciclos tão ficando cada vez mais curtos. será?
primeiro dizem que a melhor banda dos últimos tempos da última semana é essa burial, que eu ouvi e achei um massive attack piorado (claro, um massive attack melhorado é coisa extramamente improvável) mas depois de terminar de ouvir quis ouvir de novo. e agora tô gostando.
agora (em março) o portishead vai lançar disco. achei que eles iam estar mais light depois de tantos anos, com a chegada da idade, mas ouve só o clima. praticamente primaveril:
lagriminhas. :~
bem, eu estava certa mas não totalmente.
wes anderson senta sim pra escolher as músicas das trilhas de seus filmes, mas não sozinho. esse cara, que tem o melhor trabalho do mundo (empatado com aquele que faz as bandejinhas da mc donald’s) já escolheu as trilhas de vários filmes incríveis. talentoso, o moço. e sortudo.
*
e para aqueles que sentem culpa por todos os problemas do mundo, e também por não ter pago um real pelo disco novo do radiohead, um auxílio:
peça desculpas àquela banda que você adora mas cujos direitos autorais vem violando consecutivamente desde a invenção do napster. escreva uma carta e mande uns 5 contos, que todo mundo fica feliz. :)
as duas dicas achei aqui.
links e coisinhas que bati o olho durante a semana:
- trailer de sex and the city - o filme. coisa linda. ah, e pra quem ainda não tinha todas as temporadas (como eu), uma boa é agarrar essa promoção da americanas (como eu). sabe como é, mantra feminino, “tá barato demais, não posso deixar passar”. :p
- andy kaufman, ele confia em você. (via)
- uma música pro 2 girls, 1 cup. (via)
- que geek é você?
- muito bom esse pirralha apavorado com o túnel.
- não seja um vencedor, seja tosco.
- ice cream is going to save the day!
- curupiras.
- tesão (japonês, claro) em mulheres machucadas.
- top ten tatuagens de star wars (vale pela dos dedinhos!).
- adorei essa versão de frank black pra beach boys.
hm, chega.
ano que vem vou finalizar meu inferno astral, como os publicitários gostam de dizer, EM GRANDE ESTILO.

show do interpol no dia do meu aniversário. \o/
nesses tempos modernos em que a gente escuta as músicas e não faz idéia da cara de quem canta, levei um susto ao descobrir, só no final desse filme bizarrinho que tava passando no telecine, que o ator principal era ben lee.
adoro. mas jisus, que homem feio.



