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- como eu dei uma sumidinha, acabei nem comentando. mas sim, eu adoreeeei sex and the city, mesmo com clichês, trocadalhos e piadinhas sem graça. pra mim equivaleu a mais uns 5 episódios da série, e boy como isso me faz feliz. vou esperar a continuação da continuação.
- outro filme que vi há meses, adorei e não comentei: longe dela. história muito, muito triste. junto com família savage me fez ter certeza que eu não quero viver até ficar velha. die young, stay pretty (and sane).
- fiz uma muxtape de músicas sexy.
- você já deve ter visto por aí, mas esse pirralha é muito fofo (update: esse aqui é ainda mais).
- o mesmo vale pro famoso porco-de-botas.
- queria voltar pra recife: no carnaval e no são joão. que falta faz um milho assado.
- e porque esse excesso de amor rosa choque passou muito tempo aqui no topo, as torturas da memória de um amor perdido (roubei de leal):

my blueberry nights é lindo. claro que era, não tinha como não ser. é igual mas diferente, tipo aqueles slogans. tá tudo lá (como disse cris: “comida, câmera lenta de cortar o coração, música boa, luzes de neon, radiola de ficha, cigarro, fossas, corações partidos, trens, desencontros, puesia, tem até um puliça. e um doidinho do telefone.”), mas tem algo diferente. talvez por ser em inglês, ou por não ter olhinhos puxados, ou pelos atores cinemão, mas dá um tiquinho a impressão, às vezes, de um wkw pra principiantes, mais levinho e fácil de agradar.
mas nem por isso gostei menos, não mesmo. como sempre, as histórias são tão simples mas tão verdadeiras que dá vontade de ler um livro inteiro sobre cada um dos minicontos que ele conta. e todos os personagens são tão tristes. e ele mostra isso tudo daquele mesmo jeitinho, borradinho & estourado, tão colourido e bonito, que eu podia ficar aqui elogiando a noite toda.
sem falar, né, na musiquinha de in the mood for love, de novo, em outra versão. quebrou minhas pernas.


mais tipografia: aqui, um mini-estudo sobre aquela fonte que woody allen usa em toooodos os créditos iniciais, acompanhada de um jazzinho instrumental, e a gente nunca cansa.

ô. queria encontrar woody allen do lado da minha casa, tipo faccenda fez, e dar um beijo na testa dele. ou melhor, queria que ele fosse meu avô (meu pai não, porque ele tem algo de estranho na relação com as filhas).
não sei quando (e se) vai passar por aqui de novo, mas se der, vejam o filme russo cargo 200.

há tempos não via tanta gente saindo no meio do filme. é daques impossíveis de classificar: drama? terror? humor negro? filme de amor?
sem falar no personagem do policial. coloca capitão nascimento no chinelo facinho. pedir pra sair é uma coisa cujo prazer ele não vai lhe oferecer, número 02.
marcado “muito bom” na fichinha da mostra.



