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fui ver cloverfield – mooooooonstro. assistindo, rolou aquela nostalgia gostosa de uma coisa que nunca mais ouvi falar: cinema 180 graus. vocês lembram? todas as férias montavam no estacionamento do shopping aquela redoma – er – com 180 graus, e lá passava filminhos com toda espécie de cena que contivesse tremedeira, balanço, sacolejo, remelexo, etc, e que inevitavelmente fizesse você cair no chão quando o filme acabasse. bom, me senti num desses.

eu nunca assisti lost, peguei abusinho da obsessão que a série virou, mas acreditei no hype de cloverfield. primeiro porque o produtor dos dois soube fazer direito na divulgação do filme, deixou o mundo inteiro curioso sobre uma coisa que ninguém sabia o que era. depois porque li no boingboing que ele tem uma tal caixa misteriosa, que ganhou quando era criança e nunca abriu pra ver o que tem dentro. não sei se caí nessa, mas de um jeito ou de outro é uma ótima metáfora, e uma maneira bem sutil de dizer ao mundo como ele é o fodão.


mas gostei mais do que pensava. apesar de câmera tremida e em primeira pessoa não ser novidade, gostei do jeito que foi usado. é clichê, mas você realmente se sente dentro da história, e eu me peguei várias vezes fazendo aquilo que sempre faço quando fico nervosa com um filme: gritando com os personagens, dentro da minha cabeça. “mas não vaaaai por aí, meu fiiiiilho”, “sai daí, seu retardado!” “corre!”, etc, etc.

ah, outra coisa que me deixou com cotoco de ir assistir é porque há umas semanas vi em casa o hospedeiro, adorei, e me arrependi muito de não ter visto no cinema. e estava certa: cloverfield – mooooooooooooonstro TEM que ser visto na frente de um telão, de preferência com alguém do lado pra apertar nas cenas de agonia, mas sem pipoca pra não engasgar.

ps: no imdb tem uma untitled jj abrams cloverfield sequel agendada pro ano que vem. extermínio vai virar franquia?

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sempre fui contrária àquela teoria que as mulheres gostam mesmo é de quem não presta. ou pelo menos me achava imune.

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acho que mudei de idéia.

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(roubei de cecília.)

post-bonito de dia dos valentinos, mas não necessariamente, porque o dia já acabou. quatro cinco duetos homem & mulher.

nick cave & pj harvey: henry lee

os 3 minutos e 52 segundos mais sexies que eu já vi.

isobell campbell & mark lanegan: revolver

ignorem o clipe.

frank & nancy sinatra: something stupid

clipe tosco, música tipo top 3 da minha vida.

bryan adams & mel c: when you’re gone

seja bonzinho e admita, essa música é muito fofa.

update

blur & françoise hardy – to the end

uma das minhas músicas preferidas do blur, com participação de françoise hardy, em francês. acabei de conhecer (aqui), e arrepiou.

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roubei daqui, e achei a cara de sil.

mais tipografia: aqui, um mini-estudo sobre aquela fonte que woody allen usa em toooodos os créditos iniciais, acompanhada de um jazzinho instrumental, e a gente nunca cansa.

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ô. queria encontrar woody allen do lado da minha casa, tipo faccenda fez, e dar um beijo na testa dele. ou melhor, queria que ele fosse meu avô (meu pai não, porque ele tem algo de estranho na relação com as filhas).

stickers tipográficos.

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frances bean cobain e a certeza de que estamos ficando velhos.

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(foi a fotógrana fodona larissa que tirou. :*)

melhor coisa que passa na sony: o clipe da miranda! nos intervalos.

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cabide-head2

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