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já me explicaram algumas vezes, eu entendia na hora e esquecia de novo. mas o common craft me salvou: finalmente compreendi as eleições americanas.

vejam também o de mídias socias (você aí que não entende o meu trabalho) e o de zumbis.

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ui, deu medo.

e parece aquela letra do pulp: “without you my life has become a movie made for TV: bad dialogue, bad acting, no interest. too long with no story and no sex.”

curtinha gênio que vi ontem no animamundi:

animamundi é foda, né? baratinho, bem organizado, lugar confortável e até os curtas ruins são bons. queria passar horas assistindo, mas não vou poder ir mais nenhum dia. vou catar o que der no youtube, com lagriminhas escorrendo. :/

levanta a mão quem ficou louco por essa mini rolleiflex. o/

(da urban outfitters, que tá meio querendo dominar o mundo, e se for por mim ela consegue.)

alguém olhou pra essa foto linda de miles aldridge (ele é foda) e teve um insight paradoxalmente divino.

(achei aqui.)

saiu o primeiro clipe do she & him, de uma das músicas mais legais do disco. é totalmente mongol. m. ward de fantasminha camarada (ooon) e zooey de retardada com roupinhas de vó. adorei, claro.

bolsas-carteira coloridas em toda uma vibe arco-íris de verão retrô. fofíssimas.

update: fui absolutamente obrigada a aumentar a wishlist especial bolsinhas quando bati o olho (aqui) nessa marc jobs cor de pêssego, com alcinha tiracolo e um cadillac estampado. quantos salários ela deve custar, hein? tô calculando.

lembro que há uns 10 anos (ó vida), tive que ouvir coleguinhas de faculdade rindo do livro que eu tava lendo: “alta fidelidade”. com esse título, eles acharam que era um guia auto-ajuda ensinando como não trair seu namorado. te juro.

10 anos depois, tô eu borocoxô ouvindo música pop e me lembro do enigma levantado por rob fleming (e não gordon), até hoje não solucionado. “o que veio primeiro, a música ou a tristeza? eu sou triste porque ouço música ou ouço música porque estou triste?”. adoraria uma resposta, mas suspeito que, a essa altura da vida, isso não faria nenhuma diferença.

por mais que eu tenha ficado puta porque o filme mudou o nome do personagem e o tirou de londres (sacrilégio), eu adorei quando assisti. preciso rever, só vi uma vez no cinema. e isso tudo me leva ao motivo desse post: esse texto foda e apaixonado sobre o filme, me lembrando como a história é legal, lotada de referências e hipertextos numa época pré-google. me lembrou também o que daniel bandeira e eu conversamos na época, sobre como o livro é uma espécie de guia ilustrado sobre homens – mente masculina for dummies – e, por isso mesmo, deve ser lido por todas as mulheres.

ps: o texto é longo e contém spoilers, mas é muito bom e me deu invejinha, porque não consigo escrever assim sobre nada.

pps: o tiago que me mostrou. :)

ppps: a musiquinha foda aí de baixo tá na ótima trilha do filme, lembra?

quão bizarro é um vagão de metrô só com gêmeos? o improv everywhere cria “cenas” (pegadinhas? flashmobs?) muito boas, pura e simplesmente por uma vida menos ordinária. no urban prankster eles reúnem outras tantas legais (atentem para os faceless aliens), não necessariamente criadas por eles.

lembro que aqui no brasil, há algum tempo, um grupo chegou a criar umas ações parecidas, antes de guerrilha virar sinônimo de publicidade. eles eram meio radicais, levando mendigos a salões de beleza (or something) pelo deleite de ver a humilhação da classe média. não consegui encontrar, alguém lembra o blog deles? update: träsel me elucidou, era o delinqüente.

propaganda genial dos anos 50, atentando para a tão comum moléstia dos talentos escondidos. conheço bem. atinge 28,3% dos meus amigos e é vulgarmente chamada de POTENCIAL DESPERDIÇADO. a gente até ia fazer um zine com esse nome um dia, mas claro, desperdiçamos o potencial.

por sinal, acabei de achar essa design by humans, site de camisetas tão foda quanto a threadless. essas quatro aí em cima são absurdas, até porque fogem do estilinho desenho-mucho-louco da threadless e frases-espirituosas da bustedtees e outras. só não consegui achar o preço do frete. alguém já pediu?

if there’s something inside that you wanna say, say it out loud and it’ll be okay.

e a propósito, essa é uma das melhores músicas do mundo.

cabide-head2

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